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Ok. Vamos a ver se nos entendemos.
Temos aqui um filme que fala sobre um gajo que está fugido à máfia e que vai embarcar num avião. Mas o que ele não sabe é que a máfia colocou cobras no avião para o matar.
Eu sei. Mais parece um guião de série Z. O facto curioso é que Samuel L. Jackson é o actor principal neste filme (é o agente que tem de proteger a gajo das cobras.)
Como diria a Former Lover of mine: JASUS!!!!


















Menino encontrado à porta de orfanato. Precisa de família urgentemente.
Chama-se Damian tem o número 666 cravado na testa.
Deixe o seu contacto se quiser adoptá-lo.
Obrigado.
















Ultraviolet faz-me lembrar uma má música techno, um untz untz continuo que dura e dura. Tentando criar antecipação no ouvinte, mas que resulta na mesma batida até a música acabar. Para quem viu o filme anterior do Argumentista/Realizador, Kurt Wimmer "Equilibrium" ,Ultraviolet não vai ser surpresa. Wimmer pega no que fez "equilibrium" um exito, mete-lhe uma pintura electrónica, retira toda a profundidade de personagem, e toca a matar 700 soldados.

As duas premissas do filme são básicamente as mesmas: Governo totalitário contra rebelde. Equilibrium tinha um pouco de filosofia, ao invés de Ultraviolet que dá dentes pontiagudos aos rebeldes e chama-os de vampiros. Milla Jovovich é a heroína aqui, desfilando com roupa que mais parece ser sprayed no corpo e a disparar milhentas balas. O seu nome é Violet, mas como ela é "ultra", todos lhe chamamos de Ultraviolet. Os pormenores da história são supérfulos, pois apenas servem como muleta para as cenas de acção intermináveis do filme. Violet tem que proteger um jovem que possui a cura para toda a humanidade. Porquê não interessa. O filme não abranda o suficiente para alguém se importar .

É mau, apenas isso.
Os últimos 10......

School of Cock
Donnie Dildo
Butch Cassidy Does the Sundance Kid
Schindler's Naughty List
Saving Private Dick
The Devil's In Miss Jones
Easy Rideher
E.T. The Sextra-Terrestrial
Armagettingonher
Yobimbo or Yo Jimbo!

















Este é um filme de Cronenberg, mas não é escrito por si, é baseado no romace do mesmo nome. Não temos aqui ninguém a tranformar-se em aranha.

É um filme difícil e desafiante, toma lugar na mente doente de um homem destroçado cuma memória está cheia de angústia e ressentimento. Dennis Cleg (Ralph Fiennes), aka Spider,é um esquizofrénico libertado na comunidade, alojando-se numa pensão no seu velho bairro gerida pela rígida Mrs Wilkinson (Lynn Redgrave). Os outros residentes vivem em medo e derivam para o apodrecimento mental. Durante a sua ezpedição pelo East End, Dennis recorda os acontecimentos traumatizantes da sua juventude, incluindo o relacionamento disfuncional com o seu pai, Bill (Gabriel Byrne), que el suspeita de ter morto a sua mãe (Miranda Richardson).

Fantasia e realidade misturam-se enquanto Dennis tenta fazer sentido do seu passado torturoso. A realização flúida de Cronenberg pemite aos actores brilharem, ele cria uma atmosfera sombria com movimentos de camera claustrofóbicos e cores mutadas. O realizador também coloca imagens aliciantes - espelhos partidos, uma teia de fios no quarto de Dennis - para ilustar o nome "Spider" e a fragilidade da mente do protagonista.


Fiennes é brilhante, falando consigo próprio de uma maneira incompreensivel na maior parte do filme, tornando as suas memórias assustadoramente reaisl. Existe uma tristeza muito forte nos olhos do seu personagem. Richardson oferece uma actuação sóida, inicialmente como a mãe morta, depois adoptando a forma de Mrs Wilkinson e uma prostituta de merda enquanto a percepção de Dennis se torna distorcida. Byrne é subtilmente frio como o pai que coloca as suas necessidades físicas à frente de tudo e de todos e Redgrave é dementemente má nos seus poucos minutos de écran.
10 adaptações espectaculares

The Deer Humper
Almost Famous (Booty Cut)
Bend-Her
Blade Fucks Trinity
My Own Private Ho
You Can Hump On me
Léon: The Hustler
Star Wars: The Empire Rides The Jedi
Theres Something About Giving it to Mary
The Good The Bad and The Bumping Uglies
















Este de longe, não é o tipíco filme de Ridley Scott. Nada de cenários extravagantes, nada de efeitos especiais... isto é uma das histórias mais simples que já vi. E um filme que se realiza spzinho. Sem estilo próprio à realização. Nicholas Cage é de longe um dos melhores actores da actualidade e a sua representação de obsessivo compulsivo tem grande mérito, nunca é "over the top". Sam Rockwell está muito bem no papel do colega de cage.work. Alison Lohman, nunca vi nenhum filme dela, masw nunca adivinhava (tirando no fim) que ela na altura tinha 24 anos. Está muito convincente.

Cada uma destas personagens foi escrita na perfeição e os actores fazem um excelente trabalho a adaptá-las aos seus costumes e tiques de representação. A moral do filme é suficiente para dar-nos um final satisfatório, embora seja um pouco triste. O guião, representação, tudo muito bom. Enfatizo aqui isso porque Ridley Scott ( Blade Runner, Alien, Black Rain) é muito diferente deste estilo. e consegue entregar um filme que não mostra nada do realizador nem tenta mostrar nada de novo, mas que consegue ser envolvente e interessante.
 
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