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"Silent Hill"
diferencia-se dos jogos de computador por ter mais a ver com atmosfera do que com acção. O filme consegue criar uma atmosfera densa na primeira parte. Visualmente o filme é espectacular. O realizador francês, Christophe Gans enche o écran de imagens aterradoras e o filme chega a parecer-se com "A Cela" da maneira em que as imagens tomam conta do guião confuso.

Embora o guião faça sentido, cedo desce para o incoerente. À medida que o filme se desenvolve, torna-se numa imitação de "A Vila". Nunca consegue ser assustador como a premissa o torna. Como é baseado num video-game, tem momentos puros de jogo (As personagens encontram pistas como um jogo de survival horror). Hollywood prova mais uma vez que a adaptação de um jogo não é do mais fácil de fazer. Deixa também a sensação frustrante de parecer que está alguém a jogar "silent Hill" e nós não podemos jogar.

"Silent Hill" não é certamente a pior adaptação de um jogo para o cinema, de facto é uma das melhores. Mas esse é provavelmente o maior cumprimento que este filme vai ter. Os efeitos visuais estão transcendentes e Rahada Mictchell é uma heroína forte mas o guião e a história falham em tornar tudo coerente. É um passo na direcção certa em termos de adaptação, mas ainda falta um bocado para tudo resultar na perfeição.
























Neste romance - o famoso autor Francês, Jules Verne conta a história do intrepido professor Lindenbrock, um estimado geologista Alemão, encontra um documento antiga com a localização de uma entrada para uma passagem para o centro da terra. Com o seu sobrinho, Axel, o excêntrico professor viaja para a Islândia onde encontra o guia, Hans Bjelke e embarca numa viagem aos confins da terra.

















Estúdio: Warner Bros., Weinstein Co. (Distribuição); Imagi Animation (Produção)

Equipa Técnica
:
Kevin Munroe (Realizador, Argumentista)
Thomas Gray, Galen Walker (Produtores)
Peter Laird, Kevin Eastman (Produtores Executivos)
baseado na B.D criada por Peter Laird e Kevin Eastman.

Sinopse:
Quatro tartarugas entram em contacto com um estranho líquido e sofrem mutações genéticas, tornando-se guerreiros ninjas na luta contra o crime.














Quero felicitar o Kiefer Sutherland por ter ganho o Emmy para melhor actor dramático, batendo Martin Sheen de "The West Wing" e Dennis Leary de "Rescue Me". E pela série," 24" ter ganho o Emmy para melhor série dramática batendo "The Sopranos" e "The West Wing".
Kiefer, Tu sabes que nós te amamos.
24 Rules........................... The world!!!!!!!!



















A realizadora multifacetada, Isabeaux regressa fresquinha do óscar de melhor filme estrangeiro por "Un Essai des Mains" para mais um ensaio sobre o irreal e a metamorfose. O filme vai fechar a trilogia do Caos que tinha sido começada com ""Où Sont Les Personnes" e continuada com "Un Essai des Mains". É tão simples como complexo, chama-se simplesmente, " Le Chaos."

Pouco se sabe sobre o Argumento, mas Isabeaux - numa breve entrevista à revista "Premiere" - revelou que o filme é uma junção dos outros dois filmes anteriores. vai tratar sobre a verdadeira visão do mundo e não a visão alterada que a humanidade possui, Como se fosse construído pelas mãos do segundo filme e habitado pelas sombras do primeiro Pelos cenários pode-se adivinhar mais uma obra prima. Será que desta vez não há "Melro"?























Quando se tenta fazer dos projectos de cinema mais desnecessários. ou seja, o remake, um realizador pode usar o mesmo guião mas gerar um produto de qualidade inferior. Esse é o caso de,Neil LaBute e The Wicker Man. LaBute não é um realizador sensasionalista. Ele escolhe os seus projectos com cuidado e tem um currículo impressionante que reúne um grupo de filmes inteligentes e desafiantes, mas nunca tinha falhado como a tentar modernizar o argumento de 1973 de Anthony Shaffer. Apesar de manter os diálogos para acompanhar a estrutura básica do guião, LaBute transformou este thriller psicológico numa tentativa frustrada de rivalizar o original. Faz lembrar o remake do psico.

O que há de bom em The Wicker Man é que o final chocante mantém-se intacto. O que há de mau é que quase todas as diferenças até ao fim icónico são desnecessárias. O prólogo é desnecessário e cria problemas logisticos quando visto em retrospectiva. Tornar, Rowan a filha de Edward agita a história, mas sem adicionar complexidade emocional. O momento fatal é o longo discurso dado pela Sister Summersisle perto do fim que explica todo o plano em detalhe.

Se não viram o original, vejam-no. A atmosfera é mais densa e descobrimos mais sobre os habitantes da ilha, e não nos limitamos a seguir as pistas como o de 2006.
























O romance clássico, 20.000 léguas submarinas, escrito por Jules Verne é um obra excitante sobre uma viagem aquática a bordo de um submarino gigante chamado "Nautilus" O Capitão Nemo é um homem determinado e o que gere o navio. Ele captura três prisioneiros que perseguiam o seu submarino. A aventuras que têm nas suas 20.000 léguas de viagem são o que tornam este livro uma das maiores obras de ficção ciêntifica de sempre. Verene escreve uma história podereosa de ficção, escrito entre 1869 e 1870, Jules Verne previu que no futuro, iriam existir veículos aquáticos capazes de viajar a grandes distâncias. Um dos clássicos a não perder.
 
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